Pimenta França anuncia que a variação da pluviosidade tem sido abaixo da média
Ano hídrico em curso é o pior
in JM a 23-03-2007
A Câmara Municipal da Ponta do Sol promoveu ontem uma palestra subordinada ao tema “Sensibilização para a qualidade das águas para consumo humano”, proferida pelo presidente da IGA, Pimenta de França.
A sessão contou com a presença de 150 alunos de quarto ano das escolas de primeiro ciclo do concelho
Na oportunidade, Pimenta de França destacou o facto de cada menos se registarem chuvas na RAM, acrescentando que a variação da pluviosidade entre 1995 e 2007 mantém-se abaixo da média (com excepção de três anos). Neste ano hídrico (2006/2007) registaram-se os valores mais baixos.
Contudo, frisou que, de momento, a quantidade de água produzida na nossa floresta é suficiente para sustentação, acrescentando que as «chuvas concentram-se em altitude, o que constitui um problema».
Por outro lado, frisa que «a maior parte do consumo vem de água retirada do subsolo e que desde os primeiros colonos houve necessidade de trazer água de norte para sul, realidade que se mantém até os dias de hoje».
O governante destacou que 95% das disponibilidades hídricas acontecem a norte, em contraponto com os 5% de utilização. A sul, há apenas 5% de disponibilidades agrícolas, mas 95% da utilização e 80% das áreas agrícolas.
Pimenta de França frisou, ainda, que existem, presentemente, 2.500 quilómetros de comprimento em canais. E acrescentou que as águas transportadas por canais estão sujeitas a contaminação, pelo que é necessário um tratamento adequado. A concluir recordou que em 1997 não havia qualquer Estação de Tratamento e que hoje existem dez.
No final, o presidente da Câmara, Rui Marques, apelou aos alunos para a importância da água, como um bem a preservar, uma vez que cada vez mais escasseia. Neste sentido, fez um apelo para que em casa não só transmitam aos pais como também tenham cuidados para poupar a água ao máximo.
Miguel Angelo
Sol Social tem como objectivo a divulgação de notícias publicadas sobre o concelho da Ponta do Sol. Embora muitos poderiam associar o nome "Sol Social" a algo ligado ao social, ao "mundo vip", a ligação entre estas duas palavras surge de "Ponta do Sol" e de "Comunicação Social". Assim, teremos o Sol Social que pretende recolher informações sobre este concelho... serendipitymg@gmail.com
Friday, March 23, 2007
Monday, March 19, 2007
Megaevento previsto para a Ponta do Sol
As várias fainas da população do concelho, no primeiro quartel do século XIIX, integram o trabalho. Megaevento previsto para a Ponta do Sol
'Viagem ao Longo dos Séculos' é o espectáculo que vai decorrer a 19 de Maio no centro da vila
O grupo de folclore local apresentou ontem, no suporte DVD, aspectos da cultura popular do concelho.
in DN a 19-03-2007
Teatro, moda e dança são algumas das vertentes que integram um megaevento agendado para o dia 19 de Maio, no centro da Ponta do Sol, revelou António do Vale, director artístico do grupo de folclore local, na apresentação de 'Costumes e Tradições da Nossa', em suporte DVD, que ontem decorreu no auditório do Centro Cultural John dos Passos.
"O espectáculo irá designar-se 'Viagem ao Longo dos Séculos' e vai desde o teatro à dança, passando pela moda e está inserido na programação do Município da Cultura", disse António do Vale que aludiu ainda à "parceria com o Gabinete Coordenador de Educação Artística na realização do projecto".
No tocante ao DVD ontem apresentado Vale fez saber "que o conteúdo de 'Costumes e Tradições da Nossa Terra' é alusivo ao primeiro quartel do século XIX e trata-se das vivências recolhidas 'in loco' desde a cultura do trigo ou apanha e repisa da uva até às lides domésticas e romarias da Ponta do Sol".
O trabalho coordenado por António do Vale, foi produzido pelo Grupo de Folclore da Ponta do Sol, realizado por Eduardo Costa e inclui um texto de Margarida Relva sobre os usos e costumes tradicionais do concelho e que, por via do progresso, foram desaparecendo.
Nesse caso a nova edição de 'Costumes e Tradições da Nossa Terra' (a anterior em VHS ocorreu no ano de 1996) é um valioso documento no que respeita à divulgação, junto dos jovens das tradições populares. A tiragem foi de 500 exemplares e o seu valor é de 10 euros.
José Salvador
Friday, March 16, 2007
PSP descobre condutor

Apanhado com carro já reparado oito dias depois do atropelamento mortal
PSP descobre condutor
in JM a 16-03-2007
A viatura que atropelou mortalmente um homem na Madalena do Mar, no passado dia 6, foi descoberta pela PSP oito dias depois do acidente e o condutor constituído arguido para responsabilidades criminais. Em causa está a fuga, omissão de auxílio e, eventualmente, homicídio por negligência.
Recorde-se que o motociclista foi atropelado mortalmente depois de efectuar uma ultrapassagem mal calculada e colidir num carro que seguia em direcção contrária, ou seja entre a Madalena do Mar e a Calheta.
Neste embate, o motociclista foi projectado e, quando se preparava para levantar-se, foi colhido fatalmente por uma viatura que circulava no mesmo sentido da motorizada e que se pôs em fuga sem reduzir a velocidade.
O condutor em fuga, trata-se de um homem, de 33 anos, natural e residente nos Canhas. Regressava do trabalho, na Calheta, e, como dado novo, transportava na altura outros trabalhadores do mesmo serviço. Foi descoberto pela PSP no seguimento de complexas investigações. Curiosamente, o visado é da mesma freguesia do falecido, de 39 anos, assim como, este também trabalhava na Calheta e fazia o mesmo trajecto à frente do carro atropelante.
A informação foi ontem confirmada oficialmente pelo responsável do trânsito, Adelino Pimenta. Confirmou assim as suas expectativas que o condutor em causa seria mais cedo ou mais tarde identificado face a experiências anteriores do mesmo género. “A Polícia partiu para averiguações apenas com uma determinada marca da viatura em causa através de testemunhas do local — Opel Corsa — e de uma pequena peça do carro que caiu no local do acidente”, referiu aquele responsável. “O Opel Corsa, com uma listagem preta no capot, quando foi detectada pela Polícia da Ponta do Sol já tinha sido reparada numa determinada oficina e já se encontrava a circular como se nada tivesse acontecido”, confirmou o comissário da PSP.
O condutor já se encontra devidamente identificado para assumir responsabilidades criminais, tendo o processo “baixado” para inquérito.
Condutor atropelante
trazia outros trabalhadores
Segundo o que apurámos, o condutor em causa trazia outros trabalhadores na mesma viatura, de uma obra na Calheta, na ocasião do atropelamento, os quais podem ser arrolados no mesmo processo como cúmplices dado que, ao que tudo indica, à semelhança do condutor, omitiram um crime desta natureza.
Recorde-se que o atropelamento mortal aconteceu ao fim da tarde do dia 6 (terça-feira), e o condutor em fuga só foi identificado nesta quarta-feira (dia 14), ou seja oito dias após o acidente. Sabe-se que a Polícia andou de oficina em oficina, em vários pontos da ilha, a tentar descobrir o infractor, sendo que estava sempre confiante com o sucesso destas buscas. Refira-se que nestas investigações a Polícia teve do seu lado a população que sempre ia dando algumas informações sobre eventuais suspeitas no âmbito de uma campanha para descobrir o Opel Corsa, de cor clara e que possuía uma listagem preta no capot.
Mais um caso de investigação de sucesso que pode servir de exemplo para comportamentos que, à partida, são condenados por toda a gente.
Ferdinando Bettencourt
PSP identifica condutor que atropelou motociclista
Condutor foi identificado e constituído arguido após investigação da Esquadra da PSP da Ponta do Sol. PSP identifica condutor que atropelou motociclista
Condutor tem cerca de 30 anos e conhecia o motociclista que acidentalmente atropelou e abandonou sem ajudar
Investigação aturada da PSP culminou na identificação dos ocupantes do Opel Corsa que abandonou o local de um acidente em 6 de Março último.
in Dn a 16-03-2007
Terminou finalmente a 'caça ao homem' que conduzia o veículo que atropelou mortalmente um motociclista de 39 anos. Após uma aturada investigação levada a cabo por agentes da Esquadra da PSP da Ponta do Sol, foi possível identificar, ainda no final da tarde de quarta-feira, a viatura e o condutor envolvidos no trágico acidente ocorrido a 6 de Março último.
O condutor identificado pela Polícia tem 30 e poucos anos. Tanto este como a pessoa que o acompanhava no veículo atropelante conheciam a vítima. Mas só tomaram conhecimento desse facto num momento posterior. E o choque não podia ter sido pior, já que eram, respectivamente, o colega de profissão e o cunhado da pessoa que tinham acabado de atropelar.
Conhecida a relação de afinidade pessoal e familiar que mantinham com a vítima, a decisão de se entregarem tornou-se ainda mais difícil de tomar. A investigação conduzida pela PSP demorou mais algum tempo a atingir o seu objectivo por ter esbarrado com alguns contratempos. O principal de todos tinha a ver com os elementos de discrição do veículo.
Tratava-se efectivamente de um Opel Corsa, cuja cor clara era afinal a cinzenta, mas sem qualquer rica preta sobre o 'capot'. Estas imprecisões dificultaram a celeridade e a eficácia da acção policial.
Recorde-se que a PSP estava desde o passado dia 6 de Março a tentar identificar o condutor que seguia ao volante do veículo que atropelou um motociclista quando este tentava levantar-se do solo, para onde foi projectado pela colisão frontal com outro automóvel, momentos antes. O condutor interveniente na colisão, uma mulher de 28 anos, parou no local do acidente, ocorrido no sítio da Banda d'Além, Madalena do Mar, por volta das 18h30. O que aconteceu a seguir já é do conhecimento de todos.
Raul Caires
Antiga cadeia da Ponta do Sol demolida dá lugar a estalagem

Antiga cadeia da Ponta do Sol demolida dá lugar a estalagem
De acordo com o POTRAM o antigo edifício encontrava-se numa zona a preservar. A câmara diz que está tudo legal
Rui Marques admite que possam existir comentários, mas garante que foi feito dentro da legalidade.
in DN a 16-03-2007

A autarquia da Ponta do Sol autorizou a demolição do edifício do antigo tribunal e cadeia daquela vila, para aí ser edificada uma estalagem, apesar do referido edifício se encontrar numa zona que o Plano de Ordenamento do Território da RAM - POTRAM - considera como sendo uma área a preservar por configurar uma memória colectiva importante e caracterizadora da identidade daquela aglomerado populacional.
Além de se encontrar em zona a preservar, o Plano de Ordenamento do Território da RAM proíbe igualmente quaisquer demolições dos edifícios antigos aí localizados, excepto se estes oferecerem risco de ruir após vistoria camarária.
Apesar destas recomendações, a demolição acabou por ser autorizada pela autarquia local no mandato anterior e pelo Conselho de Governo,. Para aquela zona foi aprovada, após parecer positivo da Direcção Regional dos Assuntos Culturais, a construção de um novo imóvel onde será instalada, nos três andares superiores, uma estalagem e, no rés-do-chão, um restaurante.

Além do desrespeito pelas normas do POTRAM, a elevada volumetria do novo edifício - tem a mais um andar que o antigo prédio - o que acaba por tapar a igreja matriz, também não tem ficado isenta de críticas.
Tais críticas não merecem, no entanto, grandes comentários da parte da autarquia local, a qual garante que todo o processo decorreu dentro da legalidade, estando referido projecto de acordo com os índices de construção previstos para o centro da vila da Ponta do Sol.
No entender do presidente da autarquia local, que garante que o edifício antigo oferecia risco de ruína eminente, este novo empreendimento não só permitirá a criação de novos postos de trabalho, como também ajudará na revitalização "de toda a zona da vila que estava um pouco morta". Rui Marques admite que possam existir "comentários" sobre a obra em causa, no entanto garante que até à presente data não foi formalizada na autarquia qualquer reclamação.
"Infelizmente", diz Rui Marques, "não podemos agradar a todos. Cada cabeça sua sentença, mas o que posso garantir é que está tudo dentro da legalidade".
Óscar Branco
Friday, March 09, 2007
Prémio John dos Passos 2007

in JM a 09-03-2007
Apresentado ontem na Ponta do Sol
Prémio John dos Passos 2007
No sentido de homenagear aquele que foi, no final da segunda metade do século XX, uma figura com grande reputação nos Estados Unidos da América, foi lançado ontem, no Salão Nobre da Câmara Municipal da Ponta do Sol, o Prémio Literário John dos Passos.
Apresentado pelo vereador com o pelouro da Cultura, Inácio Silva, e pelo director regional dos Assuntos Culturais, João Henrique Silva, o prémio John dos Passos realizar-se-á de dois em dois anos e poderão concorrer ao galardão qualquer obra que tivesse sido publicada em território nacional e em língua portuguesa no biénio 2005/2006.
A este prémio poderão concorrer textos em prosa de ficção, como também, em ensaio histórico ou literário.
De acordo com o vereador Inácio Silva, o valor deste prémio literário será de 2.500 euros e será entregue em sessão pública por altura das festas do concelho (8 de Setembro de 2007).
Até 31 de Maio, as obras deverão ser enviadas, por correio registado com aviso de recepção e em número de quatro exemplares, para a Câmara Municipal da Ponta do Sol.
De acordo com o regulamento deste concurso, que pode ser consultado no site da DRAC [www.culturede.com)], o júri será constituído por três personalidades, duas da Câmara Municipal da Ponta do Sol e uma da Direcção Regional dos Assuntos Culturais/Biblioteca John dos Passos.
Uma vez que se trata de premiar obras já editadas, João Henrique Silva referiu que este galardão tem como principal objectivo «divulgar sobretudo o Centro de Estudos de John dos Passos».
«Pelos seus escritos, pela sua relação com a Europa, pela sua grande reputação no meio literário norte-americano e por outras importantes razões, é relevante que se crie um prémio com o nome de John dos Passos», frisou o director regional.
Lucia Mendonça da Silva
Thursday, March 08, 2007
Região com 16 praias candidatas à Bandeira Azul

in JM a 08-03-2007
Com a entrada de São Vicente, já são nove os municípios com candidaturas
Região com 16 praias candidatas à Bandeira Azul
A Região endereçou um total de 16 candidaturas no âmbito da Campanha Bandeira Azul 2007. Comparativamente ao ano transacto, há a destacar uma novidade, nomeadamente, o complexo balnear da Ponta Delgada.
Desta forma, eleva-se a nove o número de concelhos da Região que poderão ostentar, este ano, a Bandeira Azul, faltando apenas Machico e Câmara de Lobos. Ainda assim, poderão surgir novidades para o próximo ano relativamente a estes dois.
«A Região tem apresentado uma margem de progresso, quer ao nível global de candidaturas, quer num outro objectivo que lançou já há alguns anos, que é o de ir aumentando o número de municípios na Madeira com Bandeira Azul. O ano passado, a novidade foi a Ribeira Brava, mas temos agora um município novo a concorrer, que é São Vicente, com o complexo balnear da Ponta Delgada», revelou ao JM o director regional do Ambiente, Domingos Abreu.
Isto significa que, relativamente ao ano transacto, aumenta o número de praias candidatas (de 15 para 16), como também de municípios visados. «Tradicionalmente, tínhamos Funchal, Santa Cruz e Porto Santo. Posteriormente, fomos tendo sucessivamente, o Porto Moniz, a Calheta, a Ponta do Sol e Santana que foram acrescentando mais candidaturas a esta lista. Neste momento, temos nove municípios candidatos, faltando apenas Câmara de Lobos e Machico que são situações que, a médio prazo, vão também ser candidatos».
Domingos Abreu recorda que as candidaturas são processos que dependem, sempre, das autarquias. «São processos naturais que resultam, primeiro, de infraestruturar, assegurar a qualidade dos equipamentos e dos programas de informação e educação ambiental», prosseguiu o nosso interlocutor, que recorda que são mais de duas dezenas os critérios de selecção e de aprovação que têm de ser cumpridos.
«Acredito que teremos, a médio prazo, mais de 20 complexos balneares da Região candidatos à Bandeira Azul e todos os municípios, incluindo, aqueles onde já existiram mais bandeiras, como é o caso do Funchal (devido às obras da promenade), Santa Cruz (Reis Magos e Garajau) ou Porto Moniz (Seixal). Em princípio, aquela meta que nós temos de cobrir toda a Região com bandeiras Azuis tem vindo, palutinamente, a ser conseguida», disse ainda o governante.
Mas, este ano, Domingos Abreu quer atingir um outro objectivo: «100 por cento de sucesso nas candidaturas apresentadas». Algo que, acentuou, é «ponto de honra» desde 2001 das várias entidades envolvidas, nomeadamente, autoridades marítimas, autarquias, concessionários das praias, as direcções regionais de Ambiente e Saúde Pública, por forma a que haja sucesso nas candidaturas, em função dos regulamentos que também vão variando ao longo dos anos.
Domingos Abreu sublinha que a avaliação externa é, cada vez mais, exigente, pelo que «nada acontece por acaso, nem há milagres. A Bandeira Azul obriga a um trabalho contínuo».
Este ano, apesar do núcleo central manter-se inalterável, o responsável pela área do ambiente explica ainda que o regulamento apresenta alguns pequenos detalhes novos, que resultam sempre da análise dos dossiers de anos transactos. O que vai variando são os temas a que se submetem as actividades de educação e informação ambiental e, eventualmente, algumas novidades em termos de equipamentos, que vão sendo sempre melhorados.
Processo de candidatura é longo
Este ano são 16 as praias que se apresentam ao juri nacional que, amanhã, reúne em Lisboa para avaliar as candidaturas. Da Região, apresentam-se as praias da Calheta, Barreirinha, Lido, Clube Naval, Ponta Gorda/Poças do Governador, Poças do Gomes/Doca do Cavacas, Praia Formosa (todas no concelho do Funchal), Ponta do Sol, Madalena do Mar (Ponta do Sol), piscinas naturais (Porto Moniz), Fontinha (Porto Santo), Ribeira Brava, Palmeiras (Santa Cruz), Ribeira do Faial (Santana) e ainda Ponta Delgada (São Vicente). Domingos Abreu salienta que o trabalho de candidaturas é um trabalho que se torna mais visível no Verão, com o hastear das bandeiras nas praias e complexos. No entanto, é um processo que decorre ao longo de todo o ano, com destaque para a realização de análises e vistorias , desde as condições de segurança às assessibilidade, sem esquecer os equipamentos ou os recursos humanos, que tentam verificar se tudo está conforme os regulamentos.
Celso Gomes
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